Zoo Urbano São Paulo

As esculturas foram produzidas com materiais reutilizados para fomentar o questionamento da relação entre o homem, sua produção de lixo e a forma como o meio ambiente é impactado por ele. O Zoo Urbano conta com a curadoria do Burt Sun, um artista multimídia, diretor criativo e consultor de organizações culturais nos EUA, e será replicado em Miami.

Para estimular a interação do público com as artes expostas, foi produzida uma escultura interativa pelo artista Tito Cunha. A Borboleta Monarca Suvinil será revestida com monitores e equipamento para registrar as fotos dos participantes e deixá-las expostas nas telas da escultura, durante o mês de outubro. Participe também pelo Instagram, publicando suas fotos com as hashtags: #ZoourbanoSP, #AlemDaCor e #SuvinilNoIbira.

A forma de cada animal foi definida pelo artista, participantes e comunidades, sempre levando em consideração a utilização de materiais recicláveis para a produção da arte. Os objetos foram coletados em diversos pontos da cidade, inclusive no parque do Ibirapuera.

Zoo Urbano São Paulo

Esculturas e artistas

  • CORUJA GARATUJA

    CORUJA GARATUJA Acupuntura Urbana

    Corujas são mães observadoras e sábias.

    Elas vivem na noite, nos conectam com as nossas emoções profundas, com o subconsciente, o sutil, o invisível. Este é o campo onde nascem e se desenvolvem os sonhos.

    Nossos sonhos são a raiz das nossas asas, a sustentação do pulso da vida, que nos conecta a todos. Quando expressamos nossos sonhos abrimos um campo mágico de linguagem universal.

    Se fizermos isso no coletivo criaremos uma força de união capaz de sustentar todas as transformações.

    A Coruja nos convida para juntos nos conectarmos com os nossos desejos mais profundos e materializarmos aquilo que é importante para nós e para o todo, ativando a força da inteligência coletiva na direção da realização de todos os nossos sonhos!

    Fazemos isso de forma livre e orgânica, registrando os sonhos em forma de palavras, objetos e símbolos, resultando em uma escultura coletiva em crescente evolução.

    Acupuntura Urbana

    Renata, Inês e Andréa são arquitetas urbanistas e estão a frente do Acupuntura Urbana, negócio social que tem como missão transformar espaços públicos de forma ativa e participativa, fortalecendo relações que estimulem o protagonismo da sociedade civil na construção de uma cidade mais humana e colaborativa.

  • DRAGÃO MENSAGEIRO

    DRAGÃO MENSAGEIRO Adriana Mattos

    Segundo a mitologia chinesa, este foi um dos quatro animais sagrados convocados por Pan Ku, o deus criador, para participar da criação do mundo.

    Diferente do dragão ocidental, ele é um misto de vários animais místicos: Olhos de tigre, corpo de serpente, patas de águia, chifres de veado, orelhas de boi, bigodes de carpa, etc.

    Alguns estudiosos relatam que o primeiro imperador lendário da China, Huang Di (黃帝, Imperador Amarelo), usou uma serpente para revestir seus braços. Cada vez que conquistava uma outra tribo, incorporava o emblema do seu inimigo derrotado no seu braço. Isso explica porque o dragão parece ter características de vários animais. Representa a energia do fogo, que destrói mas também permite o nascimento do novo.

    A origem do Tanabata é baseada num conto chinês com mais de dois mil anos. É a história de uma princesa tecelã chamada Orihime, filha de Tenkou, o rei celestial e um príncipe pastor chamado Hikoboshi, que vivia na Via Láctea. Certo momento eles se encontraram e se apaixonaram um pelo outro.

    Os dois sempre foram muito trabalhadores e responsáveis com seu trabalho, porém desde que começaram a viver um fulminante romance, o jovem casal deixou de cumprir suas obrigações e tarefas diárias com a comunidade onde viviam.

    Isso provocou a ira do rei Tenkou, que resolveu separá-los em lados opostos do Amanogawa (Via Láctea), Orihime chorou e implorou muito a seu pai, que comoveu-se e concordou em deixá-los se encontrar somente uma vez por ano, no dia 7 do mês 7 no calendário lunar. Por conta de utilizarem o calendário lunar, as datas das festividades podem varias de acordo com a região, porém começam sempre no dia 7 de julho no calendário gregoriano, se estendendo até agosto, de acordo com a região ou país.

    Em agradecimento, o casal atende aos pedidos vindos da Terra, feitos em fitas coloridas e pendurados em bambus, no nosso caso, no Dragão Mensageiro.

    Adriana Mattos

    A Paulista Adriana Mattos usa a manipulação de vários materiais, abordando identidade, comportamento e cultura contemporânea. Questões fundamentais do diálogo entre o indivíduo e a esfera econômica.

    Seu trabalho é baseado na destreza e no amor a fabricação de objetos e a realização de um repertório de cultura de massa. Adriana coleciona objetos do cotidiano, do mundo do marketing e design, reorganiza-os de forma irônica e incomum.

  • ÁRVORE DA VIDA

    ÁRVORE DA VIDA Alexandre Stefani

    A cidade de São Paulo e sua diversidade foram o ponto de inspiração do artista Alexandre Stefani em sua obra para o Zoo Urbano.

    O animal escolhido foi o João de Barro, um arquiteto do mundo animal, mas sua floresta de alumínio abrigará a todos, a Maria do Bairro, o Zé do Morro, o Chico da Empada.

    A questão do zoneamento, do crescimento descontrolado, da ocupação urbana desenfreada se faz presente de maneira crítica e poética nessa floresta urbana, renascida dos escombros de uma árvore centenária que passa a abrigar toda a diversidade de uma megalópole e sua gente. Um reflorestamento às avessas, uma crítica mordaz celebra um espaço de convivência, a natureza sempre buscando novos caminhos.

    Alexandre Stefani

    Sempre valorizou sua paixão por natureza e sua personalidade de colecionador. Mantém um belo acervo de troncos e pedras que utiliza para seu “reflorestamento as avessas”. Suas árvores, plantas e animais trazem o ser urbano para suas origens.

    Expõe regularmente em São Paulo , Líbano, Inglaterra e Dinamarca , tem uma produção pequena, totalmente artesanal e conta com colecionadores espalhados pelo mundo!

  • (re)CRIAÇÃO DO MUNDO

    (re)CRIAÇÃO DO MUNDO Beto Carrazzone

    "(re) Criação do Mundo", titulo da obra, parte de uma referência bíblica.

    Foram justamente as aves, os animais escolhidos por Noé, em sua Arca, para voar em busca de sinais de vida sobre a Terra alagada. "(re) Criação do Mundo" é uma alusão à atual diluição de fronteiras geopolíticas.

    Imigrantes, migrantes, ou militantes, somos todos, de uma forma ou de outra, seres em busca de soluções para a questão ambiental. O voo dos pássaros representa ainda o imperioso alerta da Natureza.

    Tendo em vista, que a base do projeto se concentra na sustentabilidade, as aves, aqui confeccionadas com material não reciclável, se apresentam à serviço da reflexão e da reciclagem de conceitos.

    Beto Carrazzone

    Pintor, escultor, desenhista, começou sua arte em cenários e ilustrações. Desenhos com nanquim, inspiraram o desenvolvimento de esculturas produzidas em metal e posteriormente ganharam volume com fios e chapas de ferro, assumindo dimensões e ocupando superfícies planas. Tem um repertório diversificado de obras associadas a materiais como a madeira, o vidro e o acrílico.

  • VITÓRIA E ESPERANÇA

    VITÓRIA E ESPERANÇA Claudinei Ribeiro

    Por centenas de anos o urso-polar permanece no topo da cadeia alimentar e é a chave da vida cultural, espiritual e material dos povos indígenas do Ártico, surgindo sempre em muitas lendas e contos.

    Na obra "Vitória e Esperança" a mãe urso mantém seu filhote a salvo entre suas patas numa tentativa de proteção frente a ameaça constante dos resíduos tóxicos que atacam o continente Ártico.

    O artista demonstra em sua obra que por mais fortes que sejamos e por mais que persistamos em sobreviver, absolutamente nada escapa à interferência o Homem no mundo.

    Claudinei Ribeiro

    Surpreendentemente hábil. Tem o conhecimento pleno de materiais, seu reaproveitamento e sua manipulação. Não ha nada que ele não faça. Quando convidado a participar do Zoo Urbano, apresentou um lindo urso Polar com o filhote, executado com vergalhões reaproveitados e um lindo tapete branco antigo.

  • VITORIA E ESPERANÇA

    FOCAS CASSILDA E MATILDAClaudinei Ribeiro e Fabio Souza.

    A busca pela qualidade de vida nas grandes cidades passa pela criação de espaços urbanos mais sustentáveis que trazem soluções diferenciadas para desafios como a poluição, o desperdício de energia, o caos dos transportes e a gestão do lixo urbano.

    As Focas Matilda e Cassilda são grandes lixeiras, exibindo em seu interior o lixo que pode e deve ser reciclado.

    Claudinei Ribeiro e Fabio Souza.

    Uma obra conjunta de Claudinei Ribeiro e Fabio Souza. Cassilda & Matilda são mãe e filha. Duas focas lixeiras que desafiaram nossos queridos apoiadores e entuasiastas da Rodonaves a "encherem" as lixeiras com latas amassadas. Gratidão eterna aos amigos Rodonaves!

  • TARTARUGA CABEÇUDA

    TARTARUGA CABEÇUDAFabio Souza

    A Tartaruga Cabeçuda foi escolhida pelo artista para homenagear o Projeto Tamar, cuja missão é restaurar o ciclo interrompido, proteger as desovas, promover a sobrevivência e a recuperação das populações das cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, mantendo-as em níveis saudáveis e capazes de cumprir suas funções ecológicas.

    O Material escolhido para a execução da obra foi a carcaça de um automóvel Fusca, o mais produzido no Brasil e consequentemente o que tem maior número de peças e carrocerias descartadas no meio ambiente como lixo.

    Conheçam o Tamar Ubatuba, uma iniciativa da qual nos orgulhamos em apoiar!

    Fabio Souza

    Produtor de eventos, músico e artista visual. Seus projetos e desempenho são vistos em todo São Paulo nos últimos anos. Pesquisador de materiais, consegue integrar o inimaginável. Pneus, Fibras e Armações. Tudo que ele concebe é gigantesco. Fabinho aceitou o desafio de participar do Zoo Urbano já fazendo nosso protótipo #TatuTaonde e #FocaNoZoo!

  • SIMBIOSE VEADO-CAMPEIRO

    SIMBIOSE VEADO-CAMPEIROFrancisco Rosa

    O “veado”, pelo viés sociológico, simboliza, ou representa de forma pejorativa de uma minoria da população que assim como o animal sofre violência gratuita pelo simples fato de existir.

    O Veado Campeiro, tem atualmente sua população reduzida pela difusão do mito no qual ele o é o culpado pela disseminação da febre aftosa e acabam sendo abatidos pelos fazendeiros para proteger o gado.

    Simbiose é a associação de dois seres vivos na qual ambos os organismos recebem benefícios mútuos, mesmo que em proporções desiguais.

    O Artista nesta obra expõe seu desejo da efetiva Simbiose entre o Homem e a Natureza, que deveriam associar-se para manter o equilíbrio natural e a convivência pacifica e colaborativa entre as diferentes espécies.

    Francisco Rosa

    Transita por várias linguagens artísticas, tendo como base a reutilização de resíduos sólidos garimpados no ambiente urbano. Seus trabalhos têm um caráter artesanal muito bem integrado à produção contemporânea mundial. Pesquisa e trabalha com a reutilização de materiais.

  • CONDESSA DE CAXANGÁ

    CONDESSA DE CAXANGÁHelena Dias Sardenberg

    Falar de amor é a melhor maneira de viver.

    “yo nasci para amar chico, chicos, todos los chicos…”, porque “el amor nunca es demasiado”, e este e’ o lema da Condessa de Caxangá que viaja o mundo em sua “standup paddle" a procura de aventuras e distribuindo muito amor…

    “Grandes coisas não se fazem por impulso, mas pela junção de uma serie de pequenas coisas”, Van Gogh.

    Helena Dias Sardenberg

    Sua obra se compromete em construir um universo fantástico, povoado de seres em ação e para isso ela vai buscar por diversos meios e linguagens para dar forma definitiva a essas histórias contadas como fábulas contemporâneas. Ela exprime nesses seus trabalhos uma eloqüente figuração de quem lida com o espaço de maneira brilhante.

  • ROBALO DO RIO DOCE

    ROBALO DO RIO DOCEJuvenal Pereira

    Apesar da tragédia do Rio Doce, uma das grandes fontes de vida de Minas Gerais, o peixe robalo insiste em renascer em meio a lama tóxica.

    Resistiu a aniquilação quase total de sua espécie mostrando que a vontade de sobreviver supera a destruição. A obra "Robalo do Rio Doce", executada pelo Projeto Palmares, demonstra a luta incansável de algumas espécies que bravamente lutam pela sobrevivência.

    “Quantas toneladas exportamos De ferro?” Carlos Drummond de Andrade - O maior poeta do Rio Doce.

    Juvenal Pereira

    Juvenal Eustáquio Pereira trocou uma espingarda por uma máquina fotográfica. Trabalhou em vários jornais como Jornal O Estado de S.Paulo. Fundou a União dos Fotógrafos de Brasília, a União dos Fotógrafos de São Paulo e o Mês Internacional da Fotografia. Juvenal, com sua reportagem investigativa, promete uma reflexão sobre o acidente de Mariana em sua obra para o Zoo.

  • JAGUAR GOURMET

    JAGUAR GOURMETLeopoldo Martins

    Nem floresta, nem o bruto paladar.

    O Jaguar Gourmet abre a jaula da ilusão para uma vastidão de liberdades.

    Sua fome é o requinte de infinitas sensações. Bicho de condomínio, fera de 400 talheres, servirá o que quiseres.

    Mas não se engane. Um animal de fino trato quer sobre o prato o melhor das iguarias: seu pensamento absorto no torto das vaidades.

    “Quando tudo parece óbvio, sonho que minha mesa dança. Garfos, facas e colheres formam mapas complexos, que parecem indicar a mesma rota. Caçador e caça se misturam nesse trabalho de garras afiadas e ferocidades invisíveis.”

    Leopoldo Martins

    Fascinado pela natureza e atraído pela força, movimento e sensualidade dos grandes felinos, desenvolve uma série de esculturas destes animais, consolidando definitivamente a opção pela Escultura como forma de expressão.

    Tem um repertório diversificado de obras associadas a materiais como a madeira, o vidro e o acrílico.

  • Arac

    AracMarjorie Yamaguti

    A manifestação da aranha se concretiza na teia, com o pensamento de que "o que você faz pode ser maior e mais forte do que você.”

    É de ponto em ponto, traçando linhas e tecendo conexões que a aranha cria o seu universo, como ela trabalha sozinha é essencial que durante o processo ela tenha autoconhecimento de suas capacidades e limites.

    Marjorie Yamaguti

    Seu trabalho é fruto da vivência com desenvolvimento de estruturas de bambu pela Indonésia, Austrália, Taiwan e Tailândia. Busca através de um ponto de vista particular sobre o racional e o emocional mesclando o processo orgânico e seus significados pela experiência. Recentemente, ela terminou sua nova instalação de arte de bambu na Oca - Parque Ibirapuera de 2015.

  • GORILA NANÃ

    GORILA NANÃSonia Costa

    Nanã, a mãe primordial que representa nosso planeta agonizando e sucumbindo ao peso do excesso de resíduos industriais e humanos. Ela abraça e embala os visitantes que balançam em seus braços, sonhando com um mundo melhor e mais consciente.

    Sonia Costa

    Criou o Coletivo Macuco, grupo atuante na linguagem da performance. Participou das exposições O Corpo Contemporâneo sob a curadoria do artista Augusto Sampaio no Atelier13 - SP e Palavra-Chavena Galeria BA sob a curadoria de Helena Freddy. Atualmente dedica-se ao desenho e exibe suas performances em espaços públicos.

  • AS GARÇAS

    AS GARÇASSylvia Soares

    A Garça sempre foi um animal cercado de mitos e simbologias.

    Para os orientais é símbolo de longevidade, força, liberdade e cura.

    No Japão oferece-se aos doentes 1000 ”senbazuru” (dobraduras de garças) para que recuperem sua saúde.

    Para eles e outros povos, a garça é o animal que domina um dos cinco elementos fundamentais: O Ar.

    No Egito também é a Ave Sagrada, que empoleirada na Arca de Milhões de Anos, está sobre os quatro ventos de Hórus.

    Sylvia Soares

    Formada em Propaganda e Marketing, iniciou sua obra com ilustração de livros infantis. No atelier do pintor Antonio Helio Cabral, desenvolveu uma obra de caráter Figurativo Contemporâneo, baseada principalmente no desenho e pintura de observação, com sessões regulares de "Modelo Vivo”. Ali nasceu também sua Série de Retratos-Colagens. Expôs no Brasil, Nova York, Berlim, Veneza, Osaka e Braga.

  • TATUando o mundo

    TATUando o mundoTida Ricco

    As particularidades desse animalzinho símbolo de resistência ecológica brasileira que iria eclodir em infinitas epifanias dentro do seu universo criativo, a favor de si, de suas esculturas e todos ao seu redor. A carapaça sólida que se transforma em bola, e a forma de defesa lúdica e graciosa do tatuzinho, são análogas ao contra-ataque sem sangue da arte frente às mazelas do mundo.

    Uma similitude entre a couraça do tatu-bola revestida de humanidade estampada com jornais, e a dura e pesada crosta do mundo contemporâneo que separa gente de outra gente, e que pode ser diluído ao se tatear esse mesmo mundo, e essa mesma gente, como nossa gente.

    Tida Ricco

    Tida Ricco descobriu o papier mâché, se dedicando exclusivamente a essa técnica, vem desenvolvendo um trabalho a partir da fibra de algodão que chama de "rendilhados" ou "rendas". Sua identidade reside na forma orgânica, na incorporação de materiais recicláveis e elementos orgânicos encontrados na natureza, que com suas formas, cores e texturas, inspiram e despertam a criatividade.

  • ZOO BIKE

    ZOO BIKE Didio Dufry

    A minha bicicleta só tem dois pedais mas quando subo nela tem muito mais!

    Viajo por cima das árvores. Pelo Parque sigo a voar. Levo de carona. Quem quiser chegar

    A minha bicicleta. Leva coruja, leva galheiro leva peixe, leva tatú leva o zoológico inteiro

    Quer carona...é só subir!

    Didio Dufry

    Didio é um fantástico artista, cartoonista renomado que desenvolve campanhas publicitárias e faz pinturas "Live". Para o Zoo Urbano, ele promete trocar os humanos de lugar com os animais... uma divertida Jaula onde seremos observados por animadas famílias de animais nos contemplando!

    Gratidão eterna a Michel Farah!

  • Polvo Polimérico

    Polvo Polimérico Fabio Benetti

    Como vivenciar outra realidade?

    Desenvolver uma obra relacionada com um animal, nada melhor que um polvo, animal que lida com cores tanto na defesa como no ataque, alterando a pigmentação da pele demonstrando grande perspicácia em prol da sobrevivência.

    Nesta obra Fabio Benetti interliga a inteligência do polvo e sua adaptação com o pensar do homem recriando um olhar atento a nossa realidade e a necessidade de reciclar e mudar o mundo com uma nova consciência coletiva.

    O Polvo adapta-se ao meio visando sua própria sobrevivência, conseguiremos nós nos adaptarmos ao planeta em mutação constante causado pelos nossos resíduos?

    Fabio Benetti

    Sold-out Exhibit! Artista contemporâneo, nos lembra Paul Gauguin, um banqueiro que desiste de seu trabalho na busca de sua própria expressão criativa para preservar sua humanidade. As obras do artista também nos lembram de Jackson Pollock, uma lama sofrida que expressa a sua loucura através da irregularidade das cores e pinceladas para alcançar sua paz interior.

  • Polvo Polimérico

    Eye Dadá Jaques Faing

    Um movimento ao mesmo tempo mecânico e sinuoso.

    Desloca funções cotidianas para questões simbólicas.

    Qual é o olho que tudo vê? O olhar re-visto por todos?

    O artista coloca-se no entre -lugar, onde o observador é observatório de múltiplos olhos.

    A serpente que troca a pele por olhares, mirantes, delirantes.

    Na epiderme suprassensível do corpo da cobra: o globo ocular, os cílios, as expressões humanas, devolvem o olhar, ao público, que não passa despercebido pelo animal.

    Olhos que atravessam os mil mistérios em movimentos ondulares.

    O olho que olha e o olho que é olhado. Um olhar sub-reptício.

    Rastros de imagens rastreadas. Tudo está ex-posto à prova.

    olho dadá olho dado olho no olhar

    Jaques Faing

    Em seu trabalho, busca subverter a questão da representação a partir do movimento. Pesquisa a transposição da fotografia para suportes tridimensionais que ele próprio projeta, inventa e constrói, tornando a imagem em objetos e esculturas que veremos no Zoo Urbano!

  • Polvo Polimérico

    Jardim das delicias João di Souza

    O Realismo Mágico, de trânsito tão marcante na literatura latino-americana, serve de matriz para a composição que explora a natureza exuberante entre céu, rocha e vegetação com cores fortes e vibrantes que constroem uma teia de sentidos tramada entre homem e natureza na forma de um peixe.

    Guarda-chuvas velhos reaproveitados ganham novo significado sob um trabalho de pintura em acrílica, aberto para o entendimento da arte pop transformando-se num lindo peixe.

    João di Souza

    Desde os 21 anos na capital, onde frequentou a Escola Panamericana das Artes, João tem experimentado formas de arte como xilogravura e a produção de murais, explorando o universo da rua e o modo de viver nas grandes cidades.

  • Polvo Polimérico

    Monarca Suvinil Fabio Souza

    Símbolo de renovação, a Monarca Suvinil permite que o mundo virtual esteja presente conosco no Zoo Urbano.

    Reaproveitando latas e lixo eletrônico em uma escultura interativa, a tecnologia incrustada na borboleta transforma o digital em real por meio de fotos.

    Para participar da nossa escultura, poste sua selfie no Instagram usando na descrição:

    #EunaMonarca

    Depois, é só curtir ;)

    Fabio Souza

    Produtor de eventos, músico e artista visual. Seus projetos e desempenho são vistos em todo São Paulo nos últimos anos. Pesquisador de materiais, consegue integrar o inimaginável. Pneus, Fibras e Armações. Tudo que ele concebe é gigantesco. Fabinho aceitou o desafio de participar do Zoo Urbano já fazendo nosso protótipo #TatuTaonde e #FocaNoZoo!

  • Polvo Polimérico

    Borboletas Olivia Lambiasi

    O último símbolo da transformação na natureza é borboleta.

    Do feio ao belo, uma criatura que sai de seu antigo casulo e se liberta para o mundo das cores.

    Segundo a cultura popular, na teoria "Efeito Borboleta”, o simples bater de asas de uma borboleta pode Influenciar o curso natural das coisas e, assim, TALVEZ provocar hum tufão do outro lado do mundo ".

    Olivia Lambiasi

    Com apenas 23 anos, Olivia Lambiasi já tem vivência no mundo artsy. Fotógrafa por formação e artista por vocação, começou a se dedicar à pintura, até que teve o insight de customizar bolsas. Olivia conquistou uma legião de glamurettes, mulheres e até homens que confiam em suas mãos, acessórios de marcas poderosas como Chanel, Hermès, Goyard e até Rolex. O objetivo é dar às peças um novo sentido, aquém da ostentação.

  • Polvo Polimérico

    FORMIGARANHA Tito Cunha

    Um reaproveitamento de materiais descartados foram a base para a construção da FORMIGARANHA, um simpático animal que une as características essenciais de dois insetos tão comuns em nossa vida urbana.

    O Artista tem a Preocupação de estimular a interatividade, o desejo de recolher e o Impacto (re) fazer.

    Repensar no desperdício moderno, no Planeta como um organismo vivo que precisa negociar permanentemente SUA existência com o Meio Ambiente.

    É preciso frear o descarte desenfreado, aliando uma atitude mais responsável, para que não se crie mais problemas e sim, mais soluções.

    Tito Cunha

    Tida Ricco descobriu o papier mâché, se dedicando exclusivamente à essa técnica, vem desenvolvendo um trabalho a partir da fibra de algodão que chama de "rendilhados" ou "rendas". Sua identidade reside na forma orgânica, na incorporação de materiais recicláveis e elementos orgânicos encontrados na natureza, que com suas formas, cores e texturas, inspiram e despertam a criatividade.

Local: a exposição acontece na Praça da Paz, dentro do Parque Ibirapuera.

Parque Ibirapuera