Em 45 anos, a Suvinil construiu sua história. Conquistamos seu respeito através de nosso empenho em oferecer produtos de qualidade. Por isso, a Suvinil é hoje uma marca de personalidade única no mercado, reconhecida no Brasil.
Em 45 anos, a Suvinil construiu sua história. Conquistamos seu respeito através de nosso empenho em oferecer produtos de qualidade. Por isso, a Suvinil é hoje uma marca de personalidade única no mercado, reconhecida no Brasil.
A Suvinil começa com uma pequena fábrica nacional de tintas à base de látex sintético.
...com a Super, uma pequena fábrica nacional de tintas à base de látex sintético, fundada por Alócio Bueno e comprada pela Glasurit, empresa da BASF. Para alguns, a vida começa aos quarenta. Para a Suvinil, a plenitude chegou antes. Mais exatamente quando atingiu a liderança do segmento de tintas imobiliárias, na década de 80, e viu aumentar, ano a ano, sua participação no mercado brasileiro.
A Suvinil começa quando o empresário paulista Olócio Bueno, proprietário da Super, até então fabricante de tintas para automóveis, decidiu copiar uma tinta à base de látex sintético, chamada PVA.
O composto, também conhecido popularmente como vinil, levou Bueno a mudar o nome de sua fábrica para Suvinil, formado por 'Su', de Super, e 'Vinil'. Três anos mais tarde, o negócio de tintas automobilísticas crescia e nascia a Combilaca. Nome inspirado na Kombi, da Volkswagen, empresa para quem vendia praticamente toda a sua produção de tinta automotiva. A fábrica de Bueno, localizada no município paulista de São Bernardo do Campo, prosperava a ponto de ele começar a procurar um sócio grande, que trouxesse tecnologia e investimentos ao negócio.
A fábrica de Bueno, localizada no município paulista de São Bernardo do Campo, prosperava a ponto de ele começar a procurar um sócio grande, que trouxesse tecnologia e investimentos ao negócio. O composto, também conhecido popularmente como vinil, levou Bueno a mudar o nome de sua fábrica para Suvinil, formado por 'Su', de Super, e 'Vinil'. Três anos mais tarde, o negócio de tintas automobilísticas crescia e nascia a Combilaca. Nome inspirado na Kombi, da Volkswagen, empresa para quem vendia praticamente toda a sua produção de tinta automotiva.
1961 - A BASF entra no ramo de tintas.
Nessa mesma ocasião, em 1961, na Alemanha, a BASF entrava no ramo de tintas, adquirindo a Glasurit Werke, uma das maiores companhias européias do setor. Após tentativas em vão com empresas americanas, japonesas e austríacas, Bueno dirigiu-se à BASF ao saber que a Glasurit pretendia instalar-se no Brasil. Em seu depoimento para o livro 'A indústria de tintas no Brasil', Bueno conta:
"Eu escrevi para os americanos para vender a fábrica, e eles responderam que para conversar comigo eu precisava depositar 100 mil dólares na conta deles. Tentei a DuPont, mas eles queriam saber tanta coisa que eu desisti. Aí eu pensei: 'Os alemães perderam a guerra e devem ser mais modestos'".
Os alemães compraram 60% das ações da Combilaca, cuja razão social passou a ser Glasurit-Combilaca Ltda. Em 1969, a BASF fundou a Glasurit do Brasil S.A., que incorporou a Combilaca e a Suvinil.
A Suvinil surgia com a produção centralizada em São Bernardo do Campo e algumas estratégias inovadoras: o diretor de vendas, Augusto Cretella, procurava por pintores de parede e fornecia latas de tinta com modificações para saber se o produto os agradava. As respostas dos pintores eram encaminhadas ao laboratório com a recomendação de que fizessem as alterações mais adequadas. Com isso, a Suvinil produzia a tinta que o pintor queria. Douglas Henrique Orlando, proprietário da Casa São Paulo, que há 45 anos é cliente da Suvinil, relembra: "Eles forneciam tinta diretamente para pintores e empresas de pintura. Acho que isso ajudou a marca a se aperfeiçoar mais rapidamente".